Um domingo em Belo Horizonte

Nosso tempo para fazer turismo quando estávamos em Belo Horizonte foi bastante curto. Chegamos no Aeroporto de Confins na manhã de sábado e partimos rumo à área central da capital de Minas Gerais para almoçar. Rodamos cerca de 30 quilômetros até chegar ao shopping. Ainda na estrada, percebemos o quão diferente a região é do Sul do Brasil. Enquanto por aqui viajamos quilômetros e quilômetros com o verde sempre ao lado das rodovias – algumas bastante floridas, como a Freeway -, por lá não havia cor na vegetação.

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Mas isso não nos impediu de apreciarmos o restante do caminho. Passamos pela frente da Cidade Administrativa, uma baita construção que abriga o governo estadual de Minas Gerais. Depois, o entorno da rodovia não continuou tão bonito assim… Pelo menos até acharmos o caminho para chegar à região da Pampulha.

Naquele dia, como havia o Circuito Banco do Brasil, a região estava bastante movimentada. O restinho do sábado passamos no hotel – que eu já falei um pouco aqui. Perto das 17 horas partimos para o Mineirão conferir os shows.

Hora de turistar!

Apenas o domingo foi reservado para turistar. Saímos cedo do hotel e pegamos o carro em direção à Lagoa da Pampulha. Estava cheio de gente por ali. Muitos utilizavam o espaço para correr e praticar exercícios físicos, outros estavam aproveitaram apenas para passear com a família. Os turistas como eu, batiam fotos e faziam selfies de todos os ângulos.lagoa da pampulha

A Lagoa da Pampulha é ótima para passar uma manhã – ou até menos. Tem até um parque de diversões na redondeza! Por ali há um complexo arquitetônico, e entre as intervenções que eu mais gostei está a Igreja de São Francisco, que foi desenvolvida sob a perspectiva do prefeito da época, Juscelino Kubitschek. Foi Oscar Niemeyer o responsável pela arquitetura e Cândido Portinari foi quem deu vida às pinturas dos azulejos. Não tem como negar que a igreja é um charme e atrai todo o tipo de turista. Ao sair da igreja, basta olha para frente e se deparar com o Mineirinho e o Mineirão refletindo na água .

Ao deixar a região da Pampulha, fomos direto ao Centro Histórico da cidade. Passamos pela biblioteca pública, onde há estátuas dos escritores Otto Lara Resende, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Ao atravessar a rua estávamos na Praça da Liberdade, um dos pontos mais charmosos que conheci na cidade.praça da liberdade

Assim que pisamos na praça, parecia que voltamos anos e anos no tempo, já que é rodeada de diversos prédios antigos, que hoje abrigam museus, e rodeado de palmeiras reais. Conheci o Circuito Cultural do Banco do Brasil. O local que abrigava a secretaria de segurança pública de Minas Gerais agora é cheio de obras de arte, sendo uma delas e Picasso.

Para encerrar o passeio e pegar o caminho de volta ao aeroporto, passamos pelo BH Shopping. Ali comemos, descansamos, vimos um filme e compramos!

Por que alugamos um carro em Belo Horizonte?

Em nossa viagem para Belo Horizonte, em outubro do último ano, decidimos, na última semana, que alugaríamos um carro para passar o fim de semana na capital de Minas Gerais. Procuramos os melhores preços nas diversas locadoras de veículos na internet. Fizemos as contas e vimos que o que gastaríamos com o carro na cidade seria o equivalente a utilizar táxis, ou até menos,e tremíamos nosso conforto.

O primeiro fator que pesou em nossa decisão foi a distância do aeroporto de Confins, onde pousamos, para o Centro de Belo Horizonte. Os dois pontos são separados por mais ou menos 30 quilômetros. Não consigo nem imaginar o quanto gastaria em táxi neste percurso. Tudo bem que há ônibus que fazem o trajeto algumas vezes por dia, mas nada comparado ao conforto de poder rodar por toda a capital livremente no fim de semana.

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E foi passear livremente e visitar os pontos turísticos que queríamos que nos fez ainda mais querer alugar um carro. Com ele, saímos da Pampulha, fomos ao Centro Histórico, ao BH Shopping, rodamos mais um pouco e seguimos novamente para o aeroporto.

Para alugar o carro, pesquisamos os melhores preços e possíveis melhores locadoras para sair do avião no sábado pela manhã e já estar com ele à disposição. Encontramos condições ótimas na Movida, mas não fechamos negócio com a empresa. Até tínhamos feito a reserva, mas na hora de passar o cartão de crédito, dava erro. Nos estressamos tanto que preferimos encontrar outra empresa. Foi então que achamos a Lokamig e alugamos um Gol 1.0 com quatro portas, direção hidráulica e, principalmente, ar-condicionado!

Para rodar pela cidade foi fácil, bastou um carregador veicular para o celular, um bom sinal de internet da Vivo, além do Google Maps instalado no telefone!

[hotel review] Bristol Alameda Hotel – Belo Horizonte

Quando viajei para Belo Horizonte, programei o passeio com um mês de antecedência. Procurei no Booking os hotéis disponíveis na cidade e junto, procurei o melhor preço. Queríamos apenas uma diária e de preferência que o estabelecimento estivesse situado nas proximidades do Mineirão.

Nós fomos ao Circuito Banco do Brasil, mas não queríamos ter que pegar táxi para ir e voltar do festival. Encontramos, então, o Alameda Bristol Hotel. Com o endereço em mãos, fiz uma breve pesquisa no Google Maps e para a grande surpresa, o hotel estava apenas a 500 metros do estádio.

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Com o preço e localização convidativos decidimos que seria ali que nos hospedaríamos. Pesquisamos as avaliações no TripAdvisor e no Booking. Todas foram positivas. O hotel é bastante novo e construído para atender a demanda na Copa do Mundo, por isso, ali tudo era novo.

Fomos muito bem atendidos e recepcionados. Um ponto positivo é que o hotel possui garagem e, como nós estávamos com um carro alugado, fez toda a diferença. A recepção é pequena, mas aconchegante. No nosso quarto, tudo estava limpo, o ar-condicionado funcionava perfeitamente e o ambiente era agradável. O chuveiro funcionava no sistema à gás, isto é, você deve controlar a temperatura da água de acordo com o tanto que abre em cada torneira. O banheiro bastante limpo e bem decorado.

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No terraço, uma vista maravilhosa da capital mineira nos esperava. Podíamos ver o Mineirão e vários prédios ao redor. Ali também havia uma piscina, disponível para todos os hóspedes. Eu não tomei banho, só molhei os pés. O café da manhã foi bastante bom e oferecido em um salão também bastante aconchegante. O cardápio era bastante variado, como um café da manhã de hotel deve ser.

Quanto à localização, é excelente. Além de ser praticamente vizinho do Mineirão está a uma distância de poucas quadras da Lagoa da Pampulha, onde está situada a igreja projetada por Oscar Niemeyer.

Serviço:

Telefone para reservas: 0800 645 1816

Avenida das Palmeiras, 743 – São Luiz – Belo Horizonte, Minas Gerais

Fone: (31) 25224300

Voando de Azul de Porto Alegre a Belo Horizonte

Antes de comprar nossas passagens para Belo Horizonte, pesquisamos os preços e itinerários nas três principais companhias aéreas do Brasil. A Azul foi a que nos apresentou os melhores preços, horários e escalas.

Saímos de Porto Alegre às 7h10min do dia 18 de outubro. Porém não chegamos a entrar naquele Aeroporto Salgado Filho enorme, cheio de lojas e coisas legais. Embarcamos no Terminal 2 (o antigo Salgado Filho). Nada mais é do que um saguão, sem muitas lojas e até meio escuro. Tem apenas um piso e a única companhia aérea é a Azul. Mesmo sendo a melhor aeronave que já voei, acredito que as demais companhias tomam os espaços dos aeroportos, o que deixa a Azul meio excluída. Você entenderá essa minha tese mais a frente. 


No Aeroporto Internacional Tancredo Neves

Como não pegamos o voo direto para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, fizemos uma breve parada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Sinceramente, foi a sala de embarque mais estranha por qual já passei. Primeiro que, para ir do avião em direção à área destinada a passageiros é através de ônibus (mais lotado que o Amarelinho), segundo porque são salas separadas, o que me confundiu um pouco na hora de encontrar meu portão de embarque.

Cerca de meia hora mais tarde, seguimos em direção ao estado de Minas Gerais. Longe da Capital Mineira – ponto negativo – o Aeroporto de Confins é novíssimo, lindo e grande – ponto positivo. Desembarcamos normalmente em algum portão, contudo na volta, nosso avião nos esperava nas proximidades do Terminal de Cargas, o que nos obrigou ser transportados de van até a aeronave. E é aqui que você entende o porque eu acho que a Azul é excluída pela Gol e Tam. 

Mas e a aeronave?

Vamos para a parte que me interessa. Quando compramos a passagem via 0800 da Azul, a atendente nos ofereceu o Espaço Mais. Eu disse que não queria, já que sairia mais caro. Erro meu. Ela me convenceu viajar mais confortavelmente afirmando que a tarifa naquela hora estava menor e consequentemente o preço da passagem iria diminuir. Não pensei duas vezes.

Quando voar novamente com a Azul, tenho certeza que vou tentar comprar novamente o espaço maior. Convenhamos, viajar com conforto é muito melhor. Nós dois conseguimos passar o tempo todo com as pernas praticamente esticadas.

Além disso, a Azul oferece fileiras com apenas duas poltronas. O que para quem viaja a dois é muito melhor. Na nossa volta de Buenos Aires pela Gol, por exemplo, um total desconhecido sentou do nosso lado. Mais um ponto positivo para a Azul. O estofado é de couro, o que dá um charme.

As televisões individuais com programação ao vivo fizeram a viagem passar em um piscar de olhos. Pude ver Discovery Home & Health, Globo, GNT, TNT, Band e vários outros canais. No domingo à noite viajamos fazendo aquilo que sempre fazemos em casa: assistir ao Pânico na Band.

E eu não podia deixar de comentar sobre o serviço de bordo. Além de possuir comissários  extremamente educados, a Azul oferece uma diversidade de lanches e bebidas individuais. Comemos bolinhos da Bauducco, aqueles estilo Ana Maria, balinhas de gelatina, chips, cookies, amendoim e uma série de outras coisas. Tudo de parcerias com marcas extremamente conhecidas.

Sílvio Santos ao vivo dentro da aeronave!

Se eu voltaria a voar com a Azul, a resposta é  COM CERTEZA.