Um ano de casamento e mais de 10 mil quilômetros rodados

Neste fim de semana, comemoro um ano de casamento e certamente posso dizer que foram meses muito bem aproveitados. Passou tão rápido, mas estes 365 dias foram suficientes para rodar tranquilamente muito mais de 10 mil quilômetros, conhecer dois países diferentes e ir a partes do Brasil que não estavam nos planos.

Desde o casamento, já estivemos na Argentina, conhecemos Buenos Aires, viajamos bastante entre Florianópolis e Porto Alegre, passamos um dia na Serra Gaúcha, comemos chocolates de Gramado e Canela, pegamos um avião às 6 horas e chegamos às 11 horas em Belo Horizonte e fomos a um dos melhores festivais de música de nossas vidas ~ o Circuito Banco do Brasil.

Foi a nossa Lua de Mel que nos deixou viciados em viajar e explorar novos lugares. Nos nossos cinco dias de folga pós casamento, pegamos um avião e partimos para Buenos Aires. Ótimo destino para compras, para comer ~ muitas e muitas medialunas ~ e para sentir a cultura local. Hoje, quando os dias e as noites são mais frescos, fecho os olhos, ouço o barulho da cidade e posso me sentir de novo na capital porteña.

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~ Post índice Buenos Aires

Em Buenos Aires dá para assistir a shows de tango, conhecer o cemitério da Recoleta ~ um dos mais famosos do mundo ~, ir aos bosques e parques dos Palermos, dar uma passeada e jantar no Puerto Madero, ir ao Caminito e conhecer o estádio do Boca Juniors, e claro, comprar muito na Calle Florida. Não esqueça de passar pela 9 de Julio e conhecer o Obelisco.

Em Florianópolis, conhecemos a Lagoa da Conceição, um lugar super belo. Em Porto Alegre, já passamos pelo Centro Histórico, parques, pela beira do Guaíba e pelo Gasômetro. Em Gramado aproveitamos para comemorar o Prêmio Acic de Jornalismo. Lá, desfrutamos de ótimas comidas e bons restaurantes, passeamos pelas ruas da cidade ~ que parece de brinquedo ~ conhecemos os parques e lagos e esticamos o passeio até Canela.

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~ Farol de Santa Marta @ Laguna

~ Templo Budista em Três Coroas

~ Restaurante Malbec – Gramado

Belo Horizonte foi o destino escolhido para poder assistir ao show do Panic at the Disco e do Linkin Park, tudo em uma mesma noite. Fomos no sábado e voltamos no domingo. Foi um bate e volta, mas deu para conhecer um pouco da capital mineira, como a região da Pampulha e a Praça da Liberdade.

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~ Um domingo em Belo Horizonte

~ Por que alugamos um carro em Belo Horizonte?

~ Voando de Azul de Porto Alegre a Belo Horizonte

Ir para o Uruguai de carro foi uma das ideias mais loucas ~ e mais incríveis ~ que tivemos nesse um ano. Passamos o Carnaval em uma roadtrip e aprendemos muito. Conhecemos paisagens lindas entre o Rio Grande do Sul e Montevidéu e eu levei um torrão do sol. Tudo sobre a passagem pelo país está agrupada neste post índice.

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E sim, foi um ano intenso e que venham outros muitos!

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Um domingo em Belo Horizonte

Nosso tempo para fazer turismo quando estávamos em Belo Horizonte foi bastante curto. Chegamos no Aeroporto de Confins na manhã de sábado e partimos rumo à área central da capital de Minas Gerais para almoçar. Rodamos cerca de 30 quilômetros até chegar ao shopping. Ainda na estrada, percebemos o quão diferente a região é do Sul do Brasil. Enquanto por aqui viajamos quilômetros e quilômetros com o verde sempre ao lado das rodovias – algumas bastante floridas, como a Freeway -, por lá não havia cor na vegetação.

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Mas isso não nos impediu de apreciarmos o restante do caminho. Passamos pela frente da Cidade Administrativa, uma baita construção que abriga o governo estadual de Minas Gerais. Depois, o entorno da rodovia não continuou tão bonito assim… Pelo menos até acharmos o caminho para chegar à região da Pampulha.

Naquele dia, como havia o Circuito Banco do Brasil, a região estava bastante movimentada. O restinho do sábado passamos no hotel – que eu já falei um pouco aqui. Perto das 17 horas partimos para o Mineirão conferir os shows.

Hora de turistar!

Apenas o domingo foi reservado para turistar. Saímos cedo do hotel e pegamos o carro em direção à Lagoa da Pampulha. Estava cheio de gente por ali. Muitos utilizavam o espaço para correr e praticar exercícios físicos, outros estavam aproveitaram apenas para passear com a família. Os turistas como eu, batiam fotos e faziam selfies de todos os ângulos.lagoa da pampulha

A Lagoa da Pampulha é ótima para passar uma manhã – ou até menos. Tem até um parque de diversões na redondeza! Por ali há um complexo arquitetônico, e entre as intervenções que eu mais gostei está a Igreja de São Francisco, que foi desenvolvida sob a perspectiva do prefeito da época, Juscelino Kubitschek. Foi Oscar Niemeyer o responsável pela arquitetura e Cândido Portinari foi quem deu vida às pinturas dos azulejos. Não tem como negar que a igreja é um charme e atrai todo o tipo de turista. Ao sair da igreja, basta olha para frente e se deparar com o Mineirinho e o Mineirão refletindo na água .

Ao deixar a região da Pampulha, fomos direto ao Centro Histórico da cidade. Passamos pela biblioteca pública, onde há estátuas dos escritores Otto Lara Resende, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Ao atravessar a rua estávamos na Praça da Liberdade, um dos pontos mais charmosos que conheci na cidade.praça da liberdade

Assim que pisamos na praça, parecia que voltamos anos e anos no tempo, já que é rodeada de diversos prédios antigos, que hoje abrigam museus, e rodeado de palmeiras reais. Conheci o Circuito Cultural do Banco do Brasil. O local que abrigava a secretaria de segurança pública de Minas Gerais agora é cheio de obras de arte, sendo uma delas e Picasso.

Para encerrar o passeio e pegar o caminho de volta ao aeroporto, passamos pelo BH Shopping. Ali comemos, descansamos, vimos um filme e compramos!

Por que alugamos um carro em Belo Horizonte?

Em nossa viagem para Belo Horizonte, em outubro do último ano, decidimos, na última semana, que alugaríamos um carro para passar o fim de semana na capital de Minas Gerais. Procuramos os melhores preços nas diversas locadoras de veículos na internet. Fizemos as contas e vimos que o que gastaríamos com o carro na cidade seria o equivalente a utilizar táxis, ou até menos,e tremíamos nosso conforto.

O primeiro fator que pesou em nossa decisão foi a distância do aeroporto de Confins, onde pousamos, para o Centro de Belo Horizonte. Os dois pontos são separados por mais ou menos 30 quilômetros. Não consigo nem imaginar o quanto gastaria em táxi neste percurso. Tudo bem que há ônibus que fazem o trajeto algumas vezes por dia, mas nada comparado ao conforto de poder rodar por toda a capital livremente no fim de semana.

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E foi passear livremente e visitar os pontos turísticos que queríamos que nos fez ainda mais querer alugar um carro. Com ele, saímos da Pampulha, fomos ao Centro Histórico, ao BH Shopping, rodamos mais um pouco e seguimos novamente para o aeroporto.

Para alugar o carro, pesquisamos os melhores preços e possíveis melhores locadoras para sair do avião no sábado pela manhã e já estar com ele à disposição. Encontramos condições ótimas na Movida, mas não fechamos negócio com a empresa. Até tínhamos feito a reserva, mas na hora de passar o cartão de crédito, dava erro. Nos estressamos tanto que preferimos encontrar outra empresa. Foi então que achamos a Lokamig e alugamos um Gol 1.0 com quatro portas, direção hidráulica e, principalmente, ar-condicionado!

Para rodar pela cidade foi fácil, bastou um carregador veicular para o celular, um bom sinal de internet da Vivo, além do Google Maps instalado no telefone!

[hotel review] Bristol Alameda Hotel – Belo Horizonte

Quando viajei para Belo Horizonte, programei o passeio com um mês de antecedência. Procurei no Booking os hotéis disponíveis na cidade e junto, procurei o melhor preço. Queríamos apenas uma diária e de preferência que o estabelecimento estivesse situado nas proximidades do Mineirão.

Nós fomos ao Circuito Banco do Brasil, mas não queríamos ter que pegar táxi para ir e voltar do festival. Encontramos, então, o Alameda Bristol Hotel. Com o endereço em mãos, fiz uma breve pesquisa no Google Maps e para a grande surpresa, o hotel estava apenas a 500 metros do estádio.

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Com o preço e localização convidativos decidimos que seria ali que nos hospedaríamos. Pesquisamos as avaliações no TripAdvisor e no Booking. Todas foram positivas. O hotel é bastante novo e construído para atender a demanda na Copa do Mundo, por isso, ali tudo era novo.

Fomos muito bem atendidos e recepcionados. Um ponto positivo é que o hotel possui garagem e, como nós estávamos com um carro alugado, fez toda a diferença. A recepção é pequena, mas aconchegante. No nosso quarto, tudo estava limpo, o ar-condicionado funcionava perfeitamente e o ambiente era agradável. O chuveiro funcionava no sistema à gás, isto é, você deve controlar a temperatura da água de acordo com o tanto que abre em cada torneira. O banheiro bastante limpo e bem decorado.

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No terraço, uma vista maravilhosa da capital mineira nos esperava. Podíamos ver o Mineirão e vários prédios ao redor. Ali também havia uma piscina, disponível para todos os hóspedes. Eu não tomei banho, só molhei os pés. O café da manhã foi bastante bom e oferecido em um salão também bastante aconchegante. O cardápio era bastante variado, como um café da manhã de hotel deve ser.

Quanto à localização, é excelente. Além de ser praticamente vizinho do Mineirão está a uma distância de poucas quadras da Lagoa da Pampulha, onde está situada a igreja projetada por Oscar Niemeyer.

Serviço:

Telefone para reservas: 0800 645 1816

Avenida das Palmeiras, 743 – São Luiz – Belo Horizonte, Minas Gerais

Fone: (31) 25224300